“É difícil escrever um texto ou ouvir uma música e não lembrar de você.” — K. Shibahara.  (via romantizado)


“Eu encontrei quando não quis mais procurar o meu amor, e quanto levou foi pr’eu merecer, antes um mês e eu já não sei. E até quem me vê lendo o jornal na fila do pão, sabe que eu te encontrei, e ninguém dirá que é tarde demais, que é tão diferente assim, do nosso amor a gente é que sabe, pequena. Ah, vai, me diz o que é o sufoco que eu te mostro alguém a fim de te acompanhar, e se o caso for de ir à praia, eu levo essa casa numa sacola. Eu encontrei e quis duvidar, tanto clichê, deve não ser, você me falou pr’eu não me preocupar, ter fé e ver coragem no amor. E só de te ver, eu penso em trocar a minha TV, num jeito de te levar, a qualquer lugar que você queira e ir aonde o vento for, que pra nós dois sair de casa já é se aventurar. Ah, vai, me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém a fim de te acompanhar, e se o tempo for te levar eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar.” — Los Hermanos.   (via esclarecer)


“Eu não esqueci. Se há uma coisa que ainda tenho é memória. O que é péssimo. Se eu esquecesse as coisas de vez em quando, todos nos estaríamos um pouco mais felizes.” — Os 13 porquês.   (via abreviadas)





“E para os amores impossíveis, tempo.” — Fernando Veríssimo  (via n-o-v-o-h-e-r-o-i)


urbanizadda:

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“Eu não tenho pressa, desde que seja logo.” — Gabito Nunes.  (via diversificador)